sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Pouf.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Está a chegar..

Está a chegar. Estou a sentir que sim. E só de pensar dá-me um aperto no coração e outro no estômago ao mesmo tempo. O de cima é de paz, o de baixo de aventura. Está a chegar a vontade de fazer coisas que, ultimamente tem andado adormecida, pelo frio e pela flanela que tanto me mima à noite e, na maior parte dos dias também à tarde. Tenho mesmo andado adormecida. Está a chegar a vontade de ir a Amesterdão, é tão grande que sou maluca para ir só comigo. Está a chegar a vontade de falar espanhol, já que decidi deixar de dizer asneiras, ao menos que fale uma língua ordinária lol. Está a chegar a vontade de fazer tudo o que quero. Acho que andei a descansar nestes últimos tempo para isto. A guardar energia porque não vou ter tempo de a acumular quando chegar. Ela, a vontade de fazer coisas. Quero pessoas novas que não percebam o que digo, quero sair da cama com vontade do que vou encontrar, para além da chuva. Quero reanimar uma paixão maluca e não só uma paixão ou uma maluca. Quero passar 2 dias devagarinho. Quero desaparecer daqui e voltar sem tempo para respirar com tanta coisa para contar. Fechei a porta à fase do ter. Já gastei tudo o que tinha. Agora é a fase do ser, nem que seja apenas parva. É o melhor que tenho para oferecer. Vou fazer o destino acontecer um bocadinho mais depressa. Vou dar-lhe umas palmadas no rabo, para ver se anda p'ra frente. A Scarlett disse, e eu sublinho, só sei o que não quero. É a única coisa que sei. 

Já escrevi e volto a escrever...O que mais desejo é que esta sede louca de emoção não passe. De não ter nada, nem certezas, nem garantias e rir-me por isso. Que os nossos assuntos se atropelem pela quantidade de coisas pra dizer e nos ajudem a ter vontade de sair da cama, de manhã, por mais cedo que ela comece..

É a vidinha a acontecer...com tanta a coisa ainda para leres..eu vou mexer..vou fazer acontecer..

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Sr Paco de Lucia



A única vez que não me importei de ter Lucia no nome..o meu leva acento, mas ninguém precisa de saber...

É a vidinha a acontecer de olhos fechados..a ouvir esta...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Quero um destes só para mim

Quero um destes só para mim..de chocolate..

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Tempo

O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo vai durar. O tempo respondeu ao tempo que o tempo vai durar se lhe deres tempo. 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Ensina-me

Tenho um livro que se chama Ensina-me. Dás por ti a saber sair do carro de minissaia, a dar um primeiro beijo memorável, a vibrar com alguns passos de salsa, a pentear ao estilo rastafari, a atrair animais amistosos. Tudo muito bem ilustrado. Ainda assim, acho que falta lá muita coisa. Apetece-me sugerir coisas.
Ensina-me a dar beijos de pastilha elástica. Ensina-me a beber e a dançar sem entornar a bebida. Ensina-me a ter vontade de limpar a casa. Ensina-me a ter um cabelo Pantene ou Kerastase. Ensina-me a não estar triste de vez em quando. Ensina-me a não ouvir a mesma música o dia todo, com tantas outras que ainda não conheço. Ensina-me a engolir toda a carne para ser crítico gastronómico. Ensina-me a concentrar. Ensina-me a ensinar. Ensina-me a dizer coisas na horizontal e a calar-me na vertical. Ensina-me mas não me tentes mudar...só melhorar..

É a vidinha a acontecer...e eu para aqui cheia de vontade de aprender..

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Parei o trânsito

Hoje parei o trânsito. Podia ter mostrado as mamas ou podia ter feito uma entrevista lá no meio, mas não. Simplesmente não meti gasolina. O carro parou. Parece que tenho sempre que ter uma história para contar e, hoje, o meu carro facilitou-me a vida. Parou no sítio mais problemático de Lisboa. Obras do El Corte Inglés. É a minha mania de chamar a atenção, desta vez foi literalmente por acidente. Saí, pus o colete e pensei: Fodax! Só pensei, não disse porque este ano, quero reduzir as asneiras. Fui a correr ter com um taxista que me torceu o nariz e disse que não podia transportar gasolina. Disse-lhe: eu pago-lhe tudo, bora! E desatei a rir. Ele disse-me: Estou a conhecer esse riso de algum lado e apontou para a frequência do carro 91.6. Comecei a rir ainda mais. Uma mistura de vergonha com nervos. Sim, sou eu, a Verinha, e está na hora de ajudar a Verinha. E sim, o taxista guiou o meu carro de costas, tirou-o dali. E eu fiz de polícia sinaleiro, mandei parar o trânsito todo. Senti-me acidentalmente uma gestora de carros eficaz, sempre, sempre a morrer a rir. Fomos buscar a gasolina com um garrafão de lixívia e outra garrafa de água. O Taxista disse que eu preciso é de um Ka. Eu disse-lhe: eu Ka também acho. É bom ser Mágica de vez em quando. Outras não. À tarde, fui arranjar as unhas. Pedi à senhora um cartão, ela era das boas e faz massagens que arrepiam as costas. Quando me perguntou o nome, descobriu e pôs o salão a olhar. Corei. Nestas coisas das mãos, não gosto muito que metam o nariz. Nestas, não gosto muito de ser Mágica porque coro. Quando não estou a trabalhar coro, quando estou, sou uma trituradora. Ninguém me agarra. Bipolar é isso que sou. De manhã desbocada, à tarde envergonhada.

É a vidinha a acontecer...se o meu pai sabe desta da gasolina, vai-me chatear o resto do ano...ele não percebe que se eu fosse aquilo que ele queria, a vida dele não tinha piada. Assim, semana sim, semana sim, lá tem ele que me salvar..e eu sei, eu sei que no fundo ele gosta..

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Sempre em Pé

A piada está em imaginar o gozo que teve quem viu. Sexta à noite, já muito perto de sábado. Iam dois boobidos na estrada da luz, a pé, sem medos. Ia jurar que estava ali alguém a contar até 3, e ao 3...pouf...chão. É que podia ter sido um a puxar, mas não, foram os 2 ao mesmo tempo. Ninguém puxou ninguém. Só queria não ter caído, não pela vergonha, mas pela vontade de trocar de papel, com quem viu. Adoro rir. Ando cada vez mais lambona, gosto de gostar, ando viciada em soutiens, gosto de fazer coisas boas quando não estou à espera. Gosto de me embebedar. Esta última vai acalmar. Já acalmou. No sábado fui agarrar a loiça aí umas 10 vezes, se calhar mais ou, se calhar, menos. Da última vez, quem contou até 3 na sexta, voltou a contar no sábado e pouf..chão. Desta vez não com o rabo mas com a boca. Faltou um bocadinho assim (visualizar coisa pequena). Foi dos piores dias. Acho que toda a gente devia ter um dia destes e viver feliz para sempre. Obrigada Titi, pelas luvas que me dão ar de putedo desgraçado, ou então, só de desgraçado. Não têm dedos, só tapa a palma, para eu não estar sempre a olhar para a linha do destino, que tanto me preocupa. Descobri que sou eu que faço o meu destino. Mas porque é que a ordinária da linha está sempre ali? Por isso, é que a tapo com as luvas, não quero ver, não quero pensar. Se estiver traçado, tudo o que é, vai deixar de ser. Se não estiver, tudo o que eu quero vai ser...um dia. Ou dois. Vou dar em doida com isto. 
Ando a limpar as coisas que trouxe do passado para o agora. Já não quero os casacos cor de rosa, já não fazem pandant comigo. Continuam a ser giros, mas já não dá. Tirei a última migalha que cheirava ao antes, o portátil. Peguei nele e achei-o pesado. Agora só quero coisas novas e leves. Mesmo na minha vidinha, ando a treinar uma coisa nova e leve todos os dias, é uma história que ando a escrever com acompanhamento. Tenho um bom professor, apesar de ser forrado a putedo, sabe das coisas. Antes de adormecer, ou já mesmo a dormir, peço-lhe que me conte histórias, sobre ele, com final feliz, para saber como é que é. Umas vezes conta, outras não. Às vezes farta-se e diz: apaga a luz. Eu penso...amanhã há mais.

É a vidinha a acontecer...com o rabo a bater no chão..

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

;)

Ando a fazer uma lista na minha cabeça de coisas que quero para este ano. São tantas que, se começasse a desenrolar o rolo, ia chegar aos pés de certeza. Algumas vão custar e outras vão fazer nódoas negras. Tenho muitas certezas do que quero e muita vontade de fazer o tudo ou nada. Uma coisa é certa, só vou fazer o que me apetece e a mais não sou obrigada. Se me obrigarem eu fujo. Com alguns, aqui a señorita não vai aturar, vai dizer que não e vai ter caprichos, muitos. Com outros, vai ter paciência, dizer que sim e saciar caprichos, muitos. Não é o ano do boi, é o meu ano. lol
É a vidinha a acontecer...como eu quero..